terça-feira, 22 de outubro de 2013






Salve, meus irmãos africanos e lusitanos, do outro lado do oceano
"O Atlântico é pequeno pra nos separar, porque o sangue é mais forte que a água do mar"
Racismo, preconceito e discriminação em geral;
É uma burrice coletiva sem explicação
Afinal, que justificativa você me dá para um povo que precisa de união
Mas demonstra claramente
Infelizmente
Preconceitos mil
De naturezas diferentes
Mostrando que essa gente
Essa gente do Brasil é muito burra
E não enxerga um palmo à sua frente
Porque se fosse inteligente esse povo já teria agido de forma mais consciente
Eliminando da mente todo o preconceito
E não agindo com a burrice estampada no peito
A "elite" que devia dar um bom exemplo
É a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento
Num complexo de superioridade infantil
Ou justificando um sistema de relação servil
E o povão vai como um bundão na onda do racismo e da discriminação
Não tem a união e não vê a solução da questão
Que por incrível que pareça está em nossas mãos
Só precisamos de uma reformulação geral
Uma espécie de lavagem cerebral

Racismo é burrice



Definição de ética : Um conjunto de valores que uma sociedade impõe sobre um ou mais indivíduos .É uma espécie de manual que nos mostra a maneira "correta" de agir em determinadas circunstâncias e situações





Definição de Cidadania : É o direito de participar ativamente da sociedade na qual o individuo está inserido . Um conjunto de direitos e deveres que permite a uma pessoa participar da vida e do governo de seu povo .

Fonte:http://legalmentenegraa.blogspot.com.br/2012_03_01_archive.html

1.1. História da violência

Na natureza, a violência é luta seletiva para a sobrevivência. É a aversão extrema que certos animais provocam para dividir o espaço equitativamente. No combate animal, atinge sua amplitude máxima quando visa assegurar uma distribuição regular de território e se opera, também, na reprodução dos indivíduos mais vigorosos que perpetuam a espécie.
Parece ser congênita na trajetória do homem. No poema de John Milton, em Paraíso Perdido, revela a maldição de Deus ao fratricida Caim, pois esta guerra simboliza o primeiro assassinato, com a perda do Paraíso. A dificuldade de conviver com outros, a intolerância com as diferenças, exclusão social e práticas de atos cruéis estão presentes sempre e são de conhecimento público. No fundo, a agressividade humana não é de todo má, porque seria prejudicial tentar eliminar os impulsos agressivos com os quais atacamos e vencemos os problemas.
Internacionalmente, a violência encontra representação quase que em toda a obra de Fiodor Dostoievski e Frank Kafka, ilustrando um tipo de violência psicológica, peculiar em O Processo (Der Prozeß, 1925). Ernest Hemingway é apenas um dos escritores a publicar obras sobre guerras, conquanto seu ‘Por quem os sinos dobram’ (For Whom the Bells Tolls, 1940) seja um bom retrato de um conflito real, a guerra civil espanhola. Jorge Amado em ‘Capitães de Areia’ (1936), mostra com ternura a violência de um grupo de meninos abandonados nas ruas de Salvador; em Jubiabá (1935), Graciliano Ramos mostra a trajetória de Antônio Balduíno, menino de rua que pratica atos criminosos menores, boxeador, assassino (quando ‘o olho da piedade vazou’), vagabundo e finalmente grevista, que aprende o caminho da razão justamente quando confrontado com a violência política.
Mas é Graciliano Ramos que, na literatura do Brasil, se compara a Dostoiévski na presença constante da violência. Suas obras trazem quase invariavelmente o conflito do homem que sofre alguma restrição, alguma coação ou alguma rejeição social, econômica ou cultural e tenta inutilmente reverter esse quadro. Em seus livros de memórias, como Infância (1945) e Memórias do Cárcere (1953) Graciliano documenta sua própria convivência com o mundo violento e cruel.
O livro Angústia, de Graciliano Ramos (1936) gira em torno de um assassinato, justificado pelo narrador-protagonista como necessário e impositivo. O crime perturba definitivamente o criminoso, antes e depois do ato propriamente dito: antes, nas constantes paranóias sobre enforcamento, e depois, na convalescença de um mês e na necessidade de escrever o livro para exorcizar-se, eximir-se da culpa.
O cinema é um veículo que tem uma grande infiltração mundial. Muitos filmes apresentam cenas de extrema e exagerada violência, e as crianças assistem sem ter ainda discernimento para julgar o certo. A vida humana é por vezes tratada como algo banal. Existem diversos relatos de contraventores que, ao praticar seus maldosos atos, se inspiraram nos personagens considerados heróis. Trata-se também de um tipo de violência cultural, na medida em que são estabelecidos novos valores incompatíveis com a conduta humana.
 A televisão tem sido tema de muita discussão em relação às cenas de violência realísticas. Programas que reproduzem a realidade em toda sua crueza; o terremoto no Japão em tempo real. Muitas vezes, quase simultaneamente, expõem em suas programações, nos telejornais, nas telenovelas e seriados, o retrato mais difícil. A grande infiltração dos  programas televisivos em todos os lares pode rapidamente banalizar e difundir alguns dos tipos de violência. Vivemos ano passado a crueldade do atirador que atacou os alunos da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro. Quando criança,  sofreu bullying na escola e, mais tarde, já adulto, na sua insanidade, resolveu se vingar de todos na escola. Com os depoimentos dos alunos depois do incidente vimos que as crianças, mesmo chocadas, começam a achar normal morrer, matar, e já faz parte da sua vivência uma realidade bem triste.
A agressividade existe em todos os lugares, muito praticada entre esportistas e entre torcedores de determinadas categorias. Ressaltamos os diversos esportes que são considerados violentos, tais como: boxe, futebol,  rugby, entre outros. Na copa do mundo de 2010, o jogador de futebol francês Zidane, ao sofrer uma ofensa verbal, agrediu fisicamente outro jogador em pleno jogo da final, demonstrando uma atitude não adequada aos esportes. Acontecimento como este chamamos de violência planejada. Para que a violência planejada se concretize, passa-se por três etapas: a fantasia da agressividade, “e se eu agredir, o que acontece?” Mais tarde, vem o desejo de querer agredir, e ação. Qualquer pessoa tem esse potencial para agredir, o que as impede são os mecanismos psíquicos aprendidos e reforçados ao longo da vida pela educação recebida e vivências em família.

Fonte :http://redesoei.ning.com/forum/topics/o-combate-da-viol-ncia-e-do-bullying-para-obter-uma-educa-o-de
http://educacao.uol.com.br/disciplinas/filosofia/jean-jacques-rousseau-2-o-homem-e-bom-por-natureza.htm

Esse vídeo , inicia as nossas postagens  em relação ao Trabalho sobre Procedimentos Argumentativos e o nosso tema é "Bullying nas escolas com foco na vida pessoal do aluno" da Professora Joana Ormundo.



Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.
O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.
As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.
As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.
O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.
No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.
Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP